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O congelamento de óvulos em mulheres com mais de 35 anos

June 28, 2018

 

Mulheres abaixo dos 35 anos e com boa reserva de óvulos têm maiores chances de serem mães quando comparadas às de 40 anos em diante. Isso porque até os 35 anos as que congelam óvulos maduros para preservação necessitam, em média, de 15 deles para obter em torno de 30% de chances de sucesso no tratamento. Nas acima dos 40, essa média sobe para cerca de 40 a 50 óvulos e as chances de concepção se reduzem, sendo que 12% delas conseguem ter seus bebês.

 

À medida em que os anos passam, a reserva ovariana tende a se tornar menos propensa à fertilização porque a qualidade e a quantidade de óvulos produzidos diminui, provocando, em muitos casos, a necessidade de acompanhamento especializado para evitar ou contornar a dificuldade de conceber. Por isso, as mulheres que desejam engravidar precisam pensar no planejamento da sua gestação dando preferência às tentativas naturais.

 

A reprodução assistida é uma possibilidade, mas não deve ser a primeira. O ideal é que a mulher que quer conceber avalie a sua fertilidade ao longo da vida e se prepare para o momento da gravidez.

 

De acordo com ela, o avanço da tecnologia possibilitou o desenvolvimento de métodos e tratamentos de reprodução assistida que contribuem para o sucesso da fertilização. Todavia, essas técnicas não devem preceder a opção pela gestação natural. Elas devem ser uma alternativa aos casos em que a gravidez não tenha sido possível. O congelamento de óvulos, a inseminação intrauterina (IIU), a fertilização in vitro (FIV) e a injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI) são alguns exemplos.

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